Lua Nova, 4 dezembro 2021

De vez em quando, precisamos de reinstalar aplicações e sistemas operativos para atualizar os nossos bem-amados gadgets, que se vêm assumindo como uma extensão do nosso território pessoal no diálogo  com o mundo. Clicamos duas vezes, inserimos a palavra passe e autorizamos que das nuvens desça um novo pacote de informação, que nos permitirá navegar mais depressa pelo universo virtual, ou realizar uma série de complexas operações digitais que nos conectam numa rede sem precedentes.

Estamos cada vez mais juntos (apesar da distância imposta nos últimos quase dois anos gerindo um vírus resistente), o que nos torna mais permeáveis à(s) mudança(s). Para mais, vivemos num contexto histórico interessante, em que a consciência coletiva da humanidade se vê confrontada com a possibilidade de ascender de um modo quase milagroso. Neste momento o planeta é banhado por ondas energéticas de elevada frequência vibratória que impactam o nosso corpo de forma por vezes brutal (causando dores de cabeça, insónias…). De facto, esta expansão dos nossos campos eletromagnéticos realiza-se a níveis mais subtis e também na dimensão do corpo físico, chamado a adaptar-se para poder conter mais luz.

Nesta Lua Nova, cuja energia é exponenciada por um eclipse solar total, somos convidados a formular uma intenção elevada tanto para as nossas pequenas vidas que, ligadas a outras tantas vidas, se expandem e tornam mais valiosas, como também para a Nova Terra, regida por um paradigma amoroso radicalmente distinto daquele que temos vindo a materializar enquanto Homo Sapiens. Tal implica abandonar, escrever por cima de, antigos padrões de comportamento ancorados no medo e na manipulação — é interessante verificar como tal se exprime também já a nível político (ainda que em micro escala).

Vibramos como um todo cada vez que uma das partes se altera e sabemos que a vibração elevada do Amor dissolve as mais baixas frequências do temor. É fundamental estarmos dispostos a apagar velhos programas para focar atenção na realidade que queremos ver manifesta e não nos obstáculos (nem na queixa) que nos levam a assumir o lugar de vítima. Estamos prontos para o upgrade?

Image Diana V. Almeida

Partilha:
Scroll to Top